Parte 1 Era noite de sexta, e como toda noite de sexta, eu fui encontrar Marina. Fechei o estúdio, desci as escadas do prédio. A rua Augusta estava movimentada com a cornucópia de pseudo-intelectuais, barracas de livros e excêntricos de todos os tipos. Tomei o sentido centro velho, e na trajetória os pseudo-intelectuais cediam espaço às garotas góticas, os livros aos bêbados, e os excêntricos apenas iam ficando mais feios. Algumas quadras abaixo Marina me esperava, com uma garrafa de Stella, jogando sinuca com 3 homens desconhecidos. Ali, naquele bar, Marina era como uma rosa nascida no mangue. Quando eu cheguei ela me beijou na boca, o que era um claro sinal de que não havia nenhum homem ali que ela desejasse. Eu e Marina temos um código para ela me comunicar sua disposição aos outros homens: o batom carmesim, uma das cores mais vivas e belas, um vermelho intenso com um leve tom violeta. Quando Marina usa esse batom eu sei que ela está sexualmente disponível a outros, e portanto eu devo me comportar como um amigo, não mais que isso, justamente para que os caras pensem que ela é solteira e fiquem mais à vontade com ela. Mas seu batom hoje era vermelho claro, acho que era apenas um gloss labial. Ela usava uma calça jeans justa e rasgada, um top preto, e um scarpin de couro negro com tachas. Marina segurava o taco de bilhar com as duas mãos, apoiado no chão. Dançava ao redor da mesa, mas jogava pra ganhar – sempre. Os pobres coitados que ali fantasiavam com ela jamais compreenderiam aquela mente bela e cruel. Entre uma tacada e outra, Marina foi me contando que o Marcos ligou pra ela e nos convidou para um churrasco do motoclube amanhã. O pessoal vai se encontrar numa chácara em Atibaia, e ela completou imperiosa: eu quero ir. O Marcos é o único cara do motoclube que sabe sobre o tipo de relação que eu e Marina temos. Ele certamente tinha segundas intenções ao ligar pra ela e não pra mim. Você quer muito ir? / sim, muito / por que? / os caras novos vão estar lá. Eram quatro caras novos que tinham acabado de entrar no motoclube, e Marina não os conhecia. Ela me contou que tinha preparado um vestidinho amarelo para ir amanhã, mas que precisava de uma sandália que combinasse. Ainda é cedo, podemos passar no shopping pra vermos sua sandália. Ela sorriu e me beijou: vai lá pagar enquanto eu termino aqui. Fui até o balcão, paguei o que ela consumiu. Saímos de lá e subimos em direção à Paulista. Entramos em uma loja de calçados femininos. Olhamos as prateleiras. Eu gosto de fazer isso com ela, Marina me permite opinar em suas escolhas porque confia no meu gosto estético. Separamos alguns calçados e pedimos para a vendedora trazer. Era uma moça muito simpática, se chamava Patrícia, e nos atendia com um sorriso no rosto. Como sempre, a vendedora nos trouxe mais calçados do que pedimos, mas isso não era problema algum. Marina sentou-se na poltrona, e eu agachei ao seu lado. Ela estava ereta, com as mãos postas sobre os braços da poltrona, ciente de que não iria mexer um músculo para experimentar as sandálias, aquilo era minha tarefa. Enquanto a vendedora mostrava-lhe a primeira sandália, eu ia descalçando dos seus pés o scarpin que ela usava. A vendedora não entendeu bem o que iria acontecer, e Marina explicou: pode deixar que ele coloca. Eu tomei a sandália, era de couro branco, com duas tiras cruzadas frontais, uma fivela simples acima do calcanhar, e um belo salto grosso de madeira. Maravilhosa!, exclamou Marina. Me ajoelhei e calcei as duas em seus pés, afivelando as presilhas diante da vendedora embasbacada. Marina se levantou e desfilou para nós. Estava lindíssima, e eu já a imaginava no vestidinho amarelo desfilando entre os caras do motoclube. Ela voltou e sentou-se novamente. Gostou? / adorei! / vamos levar essa? / vamos, mas quero ver todas, pode trocar. Apontou o pé em minha direção de maneira que meu queixo abaixado tocou a ponta dos seus dedos. Como eu amava aquilo. Tirei as fivelas e calcei nela uma anabela de tirinhas brancas. As outras vendedoras e clientes nos espiavam curiosas. Para algumas delas eu era apenas um tarado, para outras eu era um homem peculiar. Esta interação entre eu e Marina despertava surpresa ou inveja – mas a inveja também é uma forma de admiração. Amando ou odiando, todas queriam ali estar no lugar de Marina, ainda que não revelassem isso pra si mesmas. Experimentamos cinco sandálias ao todo. Cada uma delas calçada e descalçada por mim. Marina gostou de duas delas, e as levamos. Fui até o caixa, paguei, e saímos. Tomamos o metrô e fomos pra minha casa. Preparei nossa janta enquanto Marina lia. Servi a mesa e jantamos um prato simples de legumes grelhados, arroz e salmão assado com alcaparras. Quero que você esteja preparado pra amanhã, porque eu estou disposta a fazer você passar vergonha. Ela estava mesmo muito interessada nestes caras novos. O que a senhora vai fazer? / o que for preciso para que um deles me coma / qual deles? / qualquer um, se possível os quatro. Eu tive uma ereção imediata, e emudeci. Gosto de ver ela assim eufórica, enlouquecida de desejo. Enquanto cortava o peixe, sorria maliciosamente pra mim. Faz tempo que não sei o que é chupar um pau de verdade, estou morrendo de vontade. Depois levou o salmão à boca, em um movimento delicado, fechando os olhos e saboreando a carne que eu havia preparado pra ela. Marina era uma mulher que, ao contrário da grande parte da humanidade, sabia exatamente o que ela queria. Em circunstâncias normais uma mulher como Marina ficaria perdida num ciclo interminável de frustrações amorosas entre conhecer um cara atraente e envolvente, dominante, masculino, viril, e assumir uma relação com ele, domesticá-lo, torná-lo manso, fiel, cordial, amoroso, servil, e depois se cansar dele e jogá-lo fora. Depois se lançar num novo relacionamento com um…
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Castidade masculina – porque sim?
(foto ilustrativa) Em quais níveis a castidade masculina é tão prazerosa para os homens (sim, é!) e porque disso? Fatos sobre a castidade, a libido, o orgasmo masculino entre outros comportamentos que venho observando. E conversas com meus subs e com amigas, me levaram a uma pesquisa detalhada e a formação de uma opinião pessoal sobre o assunto. Claro que existem muito mais a respeito e também opiniões diferentes. Eu quero “ouvir” os comentários depois! Enjoy it! A LIBIDO A libido masculina e feminina parecem trabalhar um pouco diferentes, a nível biológico. A libido masculina tende a ser construída gradativamente ao longo do tempo por conta própria, mesmo na ausência completa de estímulos sexuais, quanto mais tempo ele fica sem ejaculação (orgasmo), eventualmente chegará em um “pico”, um ponto que parece variar de acordo com a idade e a saúde em geral – a genética e os níveis de testosterona provavelmente contam. MASTURBAÇÃO O que a maioria dos caras fazem quando começa a sentir aquela vontade? Bem, a maioria parte para a masturbação. Fato descoberto muito antes de se tornarem sexualmente ativos. ORGASMO Então – o orgasmo masculino faz liberar uma agradável e gostosa mistura de ocitocina e dopamina (o “hormônio de ligação” e “hormônio do prazer” em geral, respectivamente), e bummmm! Mas… em algum lugar ao longo do caminho, tadinhos (só que não, rs); eis que a natureza do homem seleciona pra eles um freio, dessa adorável sensação orgásmica, através de um hormônio chamado prolactina. ENTENDENDO OS HORMÔNIOS A prolactina é despejada pelo cérebro logo após o orgasmo masculino, e suprime diretamente a ocitocina e a dopamina. Esta é a principal razão pela qual o orgasmo peniano típico dura apenas cerca de dez segundos (se tiverem sorte), e é também a origem do período refratário do sexo masculino. PROLACTINA: A VILÃ Então, qual é o problema? O grande problema é que a prolactina leva mais tempo para ser reabsorvida pelo organismo do que a dopamina e ocitocina. E suprime esses dois hormônios. Então o cara acaba num estado onde ele tem muita prolactina, resultando em uma dose persistentemente baixa dopamina e oxitocina, que o faz sentir-se uma porcaria. O que eles fazem uma situação como esta? Bem, a maioria dos caras, provavelmente, fazem a mesma coisa que os fez sentir bem da última vez – masturbação ! E começam uma outra busca do mix de dopamina e oxitocina – mas o seu cérebro também despeja mais prolactina em seu sistema. Aí lá vão novamente… Várias vezes num ciclo, tentando parar de se sentir um lixo e cada vez, apenas aumenta o problema. Eles literalmente se tornam um viciado em drogas, e o negociante é o seu próprio cérebro. CASTIDADE O que a castidade masculina faz (com ou sem um dispositivo) é jogar uma chave de macaco nesse ciclo vicioso. Dando uma pausa longa o suficiente do orgasmo, o cérebro, eventualmente, reabsorve toda essa prolactina, permitindo que os níveis de dopamina e oxitocina voltem ao normal. Isso é bom – tão bom, na verdade, que a maioria dos homens que tentam a castidade longo prazo acabam declarando eles preferem essa experiência, ao invés de alguns breves momentos fugazes. Eles ainda podem ter relações sexuais, orgasmos consentidos com x frequência, limitado por sua parceira, que irá controlar o número de vezes que ele poderá chegar ao orgasmo e de qual forma irá acontecer. E o melhor, oque ele terá de fazer pra merecer. Isto pode ser muito vantajoso para as mulheres, que normalmente têm o problema oposto: não recebem orgasmos suficientes. A castidade masculina parece resolver esses dois problemas. É como entrar num jogo de excitação e controle, muito prazeroso para ambos os lados, se bem conduzido. Legal né? Eu particularmente adoro a castidade, como já disse em outro post, sempre me deu muito prazer deixá-los sob a negação e sofrendo, e decidir quando e como terão algum tipo de prazer ou….. nenhum ! Essa para mim é a maior entrega de um escravo! Mesmo sendo a castidade controlada isoladamente de outras práticas, ou somadas a práticas de cuckold, Sissys ou outras. Não importa, vamos deixar os fetiches e a imaginação fluir! Mas só funciona se você for honesto e não se enganar. Se você está se sentindo tentado, precisa dizer a sua keyholder, assim ela poderá ajudá-lo a encontrar maneiras, de passar pela parte mais difícil (que é o pico descrito anteriormente). Precisa ser honesto consigo mesmo e muito! Parafraseando, mas de minha autoria: “O verdadeiro significado de estar sendo dominado por uma mulher inteligente e poderosa é, que você será capaz de explorar com muita profundidade os sentimentos que o acompanham.” Acredito ser esse o conceito para o início de qualquer contato em qualquer que seja o fetiche…. Enfim, só posso ser honesta também: Acredite em mim, isso vai ser difícil. A castidade controlada será uma das coisas mais difíceis que você já fez, na verdade – você está tentando quebrar um caminho de recompensa que tem sido continuamente reforçado, quase todos os dias de sua vida desde a puberdade. Pergunte-se é isso que eu desejo? Então vá em frente e descubra os seus limites! Algumas das fontes de pesquisa: http://www.abril.com.br/noticia/comportamento/orgasmo-dura-10-segundo-media-391165.shtml https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ejaculação http://www.vilamulher.com.br/sexo/hormonios-e-prazer-26998.html
Key Holder – castidade controlada por Mistress Charlotte
? Pra começar, pra quem ainda não sabe existem dois tipos de homens, os alfas, garanhões comedores, confiantes que encontro no cotidiano nas ruas, bares e baladas e os subs escravos losers cornos e sissies, E, se você chegou até aqui, certamente faz parte desse segundo grupo. Então agora decidi que quero resolver os seus problemas! Gosto e proponho um serviço Key Holder para escravos macho betha como você! Vamos ser sinceros, seu pau é pequeno, você tem ejaculação precoce, você nunca deu prazer de verdade a uma mulher, faça uma pergunta a si mesmo, a que lugar esse seu pauzinho te levou? A lugar nenhum…. Então, não seria melhor trancar isso aí numa gaiolinha e ser possuído por uma linda rainha de verdade? Vou ser má quando preciso, severa sempre, mas também vou te guiar e te ajudar nesse seu caminho do qual você quer, pertence e não consegue fugir. Eu sempre gostei dos meus escravos trancados em cinto de castidade, achava bonitinho vê-los com mais um enfeitinho para me divertir. rs. Sempre me deu muito prazer deixá-los sob a negação e sofrendo, e decidir quando e como terão algum tipo de prazer ou….. nenhum ! Essa para mim é a maior entrega de um escravo, venha para os pés da sua dona!!! Programas de castração com acompanhamento da Mistress Charlotte, eles podem ser de 1 semana, 1 mês ou até mesmo de um ano quem sabe? Eu vou te treinar, eu vou cuidar de vc, eu vou te possuir, vc será meu, seu corpo, sua alma, seu prazer, o objeto de sua pseudo masculinidade vai pertencer a mim! Aceite sua natureza de perdedor e comece seu treinamento castidade comigo. Não importa se o seu desejo é ser escravo, corno ou Sissy, eu monto o programa certo para você Loser! Primeiro passo: você deve adquirir um cinto de castidade de boa qualidade, ou eu posso escolher um para você, em seguida eu te enviarei um cadeado numerado que você terá que lacrar seu pequeno galo. Poderemos proceder de diversas maneiras, você, terá que enviar uma foto todas as noites antes de dormir do seu pau bloqueado do lado de um documento que comprove a data do dia (jornal, computador), ou podemos agendar sessão via webcam, onde você provará a mim que continua casto, mas eu prefiro mesmo ter com você sessões semanais onde poderemos compartilhar as dores e os prazeres dessa nossa viagem e incrementar seu novo estilo de vida com punições que te colocarão no lugar ao qual você pertence, se combinarmos um programa com sessões reais, poderemos tirar você do cinto para higienização e depilação, você também poderá se aliviar (caso eu permita) e concederei descontos caso fecharmos um pacote a longo prazo. Envie um e-mail para: mscharlotteoficial@gmail.com
merdinha há 3 dias casto
Pra quem com certeza irá me perguntar: não esse não é o meu corninho oficial, esse é o trouxa turista, o merdinha. Que fica mais fora de São Paulo que outra coisa. Já está há 3 dias em castidade. Quarta-feira agora está marcada a nossa sessão, será que eu devo tirar o cinto ou deixar mais um pouco? Afinal um merdinha desses não merece e nem tem razão de ficar com o pauzinho dele inútil solto por aí. rs
De corno a sissy
Corninho antes de ser amarrado, chupou meus pezinhos, apanhou na bunda e na cara pra aprender a não ser insolente e lembrar que é meu capacho, pra oque eu quiser fazer com ele. Joelhinhos todos vermelhos!
Rainhas e 3 submissos
Não esqueci promessa de Rainha, em breve o relato completo desse dia. Sessão com 3 subs. Dois deles da Rainha Venice, seu marido corno o Cásper e Nets o podo submisso. Sensacional. Usamos os vermes de cobaia para testar brinquedinhos novos de spanking com canne, chicote, palmatória, etc… rolou muita podolatria, inversão no corninho, shibari, tortura com eletro estimulação, mobiliário humano….. nos divertimos muito com esses imbecis! Será que já posto todas as fotos?????? Hahahaha
Corninho gringo
Até que que o gringo não era de se jogar fora, mas olha esse pau small size kkkkk






