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Slave’s writes 

Posted on 3 mar 2018 by Mistress Charlotte Kolyman


Perspectiva do escravo. Novamente mais um relato (uma parte dele), dessa vez feito pelo meu novo escravo H. 

(Todas as fotos e relatos do site são consensuais).

Depois de tomar a decisão de ter essa experiência com a Mistress Charlotte, o que me restou foi me organizar e correr para garantir que a noite fosse cheia de intensidade. 

Saí do trabalho e fui para o motel que ela ordenou. Aliás, ordenar pode passar a impressão errada de uma pessoa que grita ou impõe sua vontade de maneira agressiva. Não é o caso aqui.

Cheguei e avisei a suíte que estava. Ela confirmou que estava a caminho e a partir daí fui completamente dominado pela ansiedade. Neste tempo entrei diversas vezes em suas redes sociais e parecia não crer que depois de tanto tempo acompanhando, eu conheceria essa Mistress tão impressionante pessoalmente e estaria à mercê de suas vontades. Pedi uma champanhe e o tempo parecia não passar.

Quando me informaram que ela chegou, fiquei em pe ao lado da porta. Nos cumprimentamos e ela mandou eu ir buscar sua mala que havia ficado la embaixo. Já comecei a sentir sua dominação nos pequenos detalhes. O que não percebi foi o que isso foi um leve aperitivo do que viria. 

Imediatamente ela mandou eu ir pro chão e beijar seus pés, mostrando como deve ser nosso cumprimento.

Cabe ressaltar que quando falo mandar, é com seu tom de voz normal, calmo. Sua dominação faz com que mesmo neste tom de voz, seu corpo siga suas ordens naturalmente, numa sensação de não ter mais o próprio controle. 

Me colocou mais ao chão, desta vez abaixo dos seus pés, mostrando onde exatamente é nossas posições. E a sensação que tive é que nunca estive tão colocado no meu lugar quanto neste momento. 

Depois exigiu que fosse feita uma massagem. A partir daí ja me perdi, eu não sabia mais o que era meu prazer e prazer dela. Meu prazer foi sentir o privilégio de toca-la e sentir seu cheiro. Mas ve-la ter o prazer da massagem foi mais forte.

E falando em privilégio, foi ordenado que após a massagem eu voltasse aos seus pés. Desta vez, para acariciá-los e beijá-los. Comecei a sentir que o sentido daquele momento consistia em fazer com que minha mão e minha boca trabalhasse em função de fazer aqueles pés perfeitos terem o máximo de prazer. Queria sentir cada parte, cada espaço. Nao existia prazer suficiente para ela que me acalmasse.

Em sua busca de ter todo o prazer que merece, mandou eu deitar para que pudesse sentar em meu rosto. Selar seu domínio, deixar claro a situação que ela merece estar, desta vez pude completar o êxtase com este privilégio sem fim.

Seu olhar de satisfação fez com que completasse nosso momento de selar nossos lugares. Deitei na banheira e fui banhado pelo seu liquido dourado, nobre. Ela estava onde tinha que estar, dominando, tendo prazer. E eu estava sentindo que isso era apenas o mínimo que essa deusa merece. 

1 thought on “Slave’s writes ”

  1. marcos silva disse:
    4 mar 2018 às 07:21

    Adoro chuva dourada.

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